Noite mal humorada... Dia mal humorado... Mau humor pra todo lado.
Você é uma excelente desculpa para eu não viver.
Você.
Por você sou capaz de deixar qualquer coisa que eu tenha para fazer.
Por você...
Sou capaz de esquecer...
O que eu ia dizer.
Nem é rima falsa
É você...
Que faz eu ter necessidade de escrever...
E quando eu mudo um pouco o foco...
Caio em mim...
E perco a vontade de viver.
Bem,...
Bem,...
Bem,...
Bem,...
Amigas Para Sempre
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Este é o percentual de visitas no bloguinho, segundo o “sitemeter”. Ainda bem que eu coloquei um contador ali... Caso contrário, estaria deprimida. E estou azeda. Já vou contar o porquê.Agora, imaginem uma pessoa azeda e deprimida...
Nem para limonada serve, né?
Vai espremer e só vai sair caroço.
Mas, em fim.
(como certa pessoa gosta de escrever o enfim)
Bem, ontem eu saí com o Flávio. Argh. Melhor teria sido que eu ficasse em casa. Ele me levou a uma festa. E pelo que pude aprender (XD)... Festa agora é sinônimo de reuniãozinha de 10 pessoas. Quando me chamarem novamente já sei o que direi...
-Vamos a festa hoje, Isa?
- Nãoooooooooo!!!! Vou fazer uma festa com papai e mamãe dã.
Chegamos lá...
Era um apê bonitinho, ali no Recreio... Frente para o mar.
Nem era amplo e ficou pequeno para a quantidade de pessoas.
A sala era minúscula. Não tenho noção de espaço para dizer tinha este tanto de metros quadrados... Mas sei que já estava apertada para o sofá, para a estante com TV e para a mesinha... Mesmo assim, os donos resolveram colocar pessoas lá.
Para apertar mais, deve ser.
Porque é a única possibilidade que me ocorre para justificar a "excelente idéia".
Vamos ao povo.
Os homens até que eram bonitos. A idade variava acho que de 25 a 35,... Não sei. Não eram novinhos... Mas nem eram velhos... Ou não aparentavam ser. Se bem, que velho que gosta de ficar conversando sobre o “mercado financeiro em reuniõezinhas, né? Talvez eles fossem mais velhos. Contudo, velho não fica falando “pau no cu”, né? Talvez fossem mais novos...
Não sei...
Eram bonitos.
As mulheres eram “tratadas”. Com toda a simbologia que isto signifique... Sei que os homens gostam, mas nem acho “fofinhex” mulher com kilos de pó na cara... Parece boneca de cera de filme de terror... Mas estavam arrumadinhas, ou seja, a “ festa” estava cheia de “ gente bonita” :
Hehehe!
O sofá foi um excelente companheiro por boa parte da noite... Enquanto o Flávio ficava se exibindo para as “mulézinhas”, contando piadas e rindo alto lá na sacada... Eu fiquei no sofá. Sentadinha. Eu e o sofá... E a bebida.
Já devo ter contado que não sou de beber... Acontece que sem nada para fazer,... Acabei tomando um, e outro e outro...
Os “hominhos” não gostam de ver mulher sozinha, acho. Daí, que volta e meia um sentava lá... Só que eu estava mal humorada porque o Flá me largou sozinha. E burra, ao invés de dar mole para os caras fiquei dando fora.
-Você é namorada do Flávio?
-Não. Sou a piranha que ele pagou para vir com ele.
-Hahahaha!! Ta brincando, né?
-Tô não. Olha para a cara dele... Dê uma disfarçadinha porque ele pode perceber. Olha, vai.
-Hum, hum. Olhei.
-Agora, eu te pergunto. Você acha que ele conseguiria uma namorada? Seja sincero, heim? Nada de mentiras.
-Hahahaha!! Sei lá. Vocês mulheres é que devem saber... Não sei o que as mulheres procuram nos homens.
-As mulheres, eu não sei. O Flá é um bocó que só consegue companhia pagando. E eu vejo muita coisa feia nele.
-Ih, acho que você está com ciúmes.
-Acho que não. Estou é mal humorada. Por falar nisto, posso descontar meu mau humor em você? É que não tem mais ninguém por perto.
Fiquei conversando assim com ele... Acho que o nome era André, sei lá. Nem lembro. Ele ainda ficou mais um pouco... Tentando entabular conversação (=P) Mas, desistiu.
E eu continuei bebendo.
O Flá se lembrou que eu existia e me chamou para is lá na sacada:
Ow, Isa! Dá uma chegadinha aqui.
Fiquei com vontade de xingar. Dar uma de louca. Sacanear ele dizendo algo como “ Que foi, Filho da puta?”... Mas nem, levantei-me e fui lá.
Sorrisinho no rosto... Ele me abraçou.
-Já apresentei a minha namorada para vocês? Essa aqui é a Isadora.
-(...) - Adoro rir um sorriso que não é sorriso quando sou apresentada deste modo. Rio. Não falo nada e aperto a mão com força.
- Olá, Isadora.
- Oi – Mais sorrisos...
O papo lá estava chato. Eu devia estar chata. Não achei nada engraçado. Eles falavam, e falavam, e falavam,... E eu só dava risinhos.
Nem é que eu não tivesse nada para falar. Acho que fico mal humorada quando bebo. E continuei bebendo.
O Flá me deixou lá conversando com eles e disse que iria ao banheiro. Como ele saiu, eu tive que parar de resmungar e tentar ser simpática e mostrar que sabia falar algo mais que “hum e ó”.
Sorte a minha que eles começaram a conversar sobre música. Não que eu entenda muito de música, mas gosto... E é algo bom para se conversar. O papo fluiu e... Foi a parte mais legal da noite.
Só que o tempo passava e o Flá não aparecia. Fui procurá-lo... Perguntei a dona da casa, Patrícia, e ela me disse que ele havia ido ao carro pegar alguma coisa. Resolvi aproveitar para descer também... Eu ficaria no carro caso o Flá não estivesse a fim de ir embora naquela hora. Estava realmente entediada...
Desci de elevador... E sorte que não tinha muitos carros no estacionamento, porque sempre me perco. Nunca consigo achar a fila em que o carro está na primeira tentativa.
Quando fui chegando perto deu para ver que tinha gente lá dentro...
Nem andei mais. O Flá estava lá dentro comendo alguém. Voltei para o elevador... Ia voltar lá para cima. Depois, mudei de idéia e fui andar na praia.
A idéia do namoro com o Flá é pura falta do que fazer. Eu estava sozinha... Só ficando com um e com outro. Daí, que volta e meia saía com ele... E do nada, resolvemos oficializar. Foi ele que sugeriu namoro, ou seja, fidelidade. Porque a única diferença entre ficante contumaz e namorado é esta.
Apesar do “namoro”, não temos nada. De qualquer modo, achei desagradável que ele tivesse me levado para o meio dos amigos dele para fazer aquilo.
Fiquei sentada em um banquinho...
Não sei se conhecem a orla do Recreio por volta das três da madrugada... Não passa ninguém, dá um medo terrível...
Mas nem estava muito preocupada. Acho que estava bêbada. Fiquei lá... Pensando...
Acho que quando a gente não se valoriza fica um pouco difícil para as outras pessoas perceberem que temos algum valor.
Deitei no banco e caí no sono...
Acordei com o celular tocando... Era o Flávio me procurando. Eu disse a ele onde estava e ele foi me buscar... Falou que eu era doida por ficar andando por ali sozinha. Entramos no carro e ele me levou para casa...
Não disse uma palavra sobre o ocorrido. Fingi que estava dormindo...
Hoje eu não estarei... Para ele. Já avisei ao pessoal que caso ele ligue eu não estou.
Nem é retaliação... Ou draminha... Só não estou a fim de conversar e nem sei o que vou dizer sobre o ocorrido. Ou, se vou dizer alguma coisa...
Sei lá... O que farei.
Entendem o porquê de eu estar mal humorada?
Estou aceitando conselhos, ok?
Qualquer um será bem vindo.
Outra hora, escreverei algo “mais positivo”
Por hora, estou sem saco.
Te +.

2 Comments:
Tinha q ser uma de vcs né Isa! rs
Essas coisas só acontecem com vcs, cara! Impressionante!!
Vai ter azar assim lá na China! Acho que vcs só perdem para o Rusben, o moço do blog que está linkado lá no meu... rs
Beijocas
Calor humano em festinhas é importante.
Conselho: respire.
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