Amigas para sempre...

Porque amigo que é amigo... Permanece mesmo com o passar do tempo.

Monday, May 08, 2006

Sábado diferente =P

Foi complicado tirar a Taty de casa mas, depois que fiquei sabendo sobre a semana dela, nem tive como deixar para lá. Chamei algumas amigas em comum, a Julianna, a Renatinha e a Mary, e combinamos de ir a um barzinho...


Se é que posso chamá-lo assim.

Era uma espelunca mesmo. Um buraco.
Mas, para o que pretendíamos, era o ideal. Saímos para beber. Nem é hábito. As meninas são chegadas a um suquinho, e eu também, e justo por isto queríamos fazer algo diferente. Combinei com o meu pai que ele teria que nos pegar, e fomos.

-Isa, vai começar com o que? – Disse a Ju.

- Hummm...Acho que não vou misturar. Posso beber qualquer coisa. Mas, que seja de um tipo só. Dizem que ficar misturando pode fazer com que a gente... Hum... Como é mesmo que se diz?!? Ah, sim. Pode fazer com que a gente “desbeba”.

-Tu não vale nada… - Emendou a Julianna, caindo na gargalhada e sendo seguida pelas meninas.

-Vales, Juliana, vales.

- Hum? Vales o que, heim, ow doida?

- Nada. Vamos deixar quieto. Viemos aqui bebemorar a Taty, né? Vai começar bebendo o que, Taty?

- Bem, pelo que li aqui...

- Pelo que ela leu ali... – Repetiu a Renata, imitando a Taty.

- Bem...

- Bem... – Novamente, Renatinha repetindo.

- Hummmmm

- Anda, Taty. Vai beber o que? Decida-se! Hoje você é a líder – Reclamou a Renata, mostrando a língua.

- Começaria por um whisky duplo sem gelo. O que vocês acham?

- O gosto é ruim - Eu falei – Mas se você for tomar. Argh. Eu te acompanho.

-Poderíamos fazer assim... Cada uma escolhe uma bebida. Daí, pedimos copos extras para misturar. MIsturamos tudo e depois bebemos. Que vocês acham? Poderíamos pedir azeitona para cortar o efeito – Concluiu a Taty.

- Sem beber a gente só fala besteira, bêbadas então...

Começamos a entornar: Vinho para todo mundo, na primeira rodada. Na segunda, caipivodka. Depois uma cervejinha para equilibrar, caipirinha...

Para cada gole, uma gargalhada e uma piadinha:

-Vocês conhecem aquela piada do cara que queria esquecer a mulher? É assim...O cara chegava no bar, sentava sozinho em uma mesa, bebia 5 doses de cachaça e depois dizia "Cachaça, Nada Mais Que Um Aperitivo,
T
odo Mundo Bebe, Morto Ou Vivo.
Como Todo Pobre Que Bebe Vira Rei,
Beberei Toda A Cachaça Do Universo
Para Esquecer A Mulher Que Tanto Amei."

-Credo, Isa! Que piada sem graça!

-Essa é a graça, criar expectativa e não dizer nada engraçado – Emendei , rindo todas.

-Engraçado foi o poeminha da Adélia. Tive que me controlar para não ter crise de riso. Ops, poeminha não, poesia – falou a Ju.

-Quem é Adélia e como era a “poesia dela”? - Perguntou a Renatinha.

-Bem, era assim... “ O mundo é belo, e todos devemos aproveitá-lo, por isto não deixe de fazer uma criança feliz e participe da campanha “ – Continou a Ju.

Elas caíram na gargalhada... E eu fiquei lá, com cara de trouxa.

-Devo estar muito bêbada porque não entendi- Eu disse.

-Simples, Isa. Ela não sabe o que é poema, não sabe o que é poesia, quis abafar e se “engasgou”.

Enfim, eu tive motivos para rir.


E estava rindo quando o dono lá do “bar” veio até a nossa mesa e perguntou se não iríamos comer algo...

-Eu não vou comer nada. Aqui não tem homem bom – Respondeu a Re.

Foi um festival de gargalhadas e gritinhos de “huhu, ela está bêbada”. O cara riu meio sem graça e ela continuou.

-Não, moço. É sério, dá uma olhadinha ao redor. Só tem homem gordo e velho, devem ter cinco filhos cada um...

-Liga não moço, ela está alta – Socorreu a Taty, segurando o riso.

- Não estou bêbada, não, moço. Eu pensei que Che Guevara tivesse morrido mas não – completou a Re, prolongando o som do “o” – Olha ele ali!!!! – E apontou o dedo na direção de um senhor de bigodes.

A gente só ria. E eu ria tanto que começou a me doer o maxilar.

-Neste aspecto ela tem razão, sim. Está cheio de astro de cinema aqui. – Emendei, e afundei o rosto na mesa. Ria, tudo que eu conseguia rir.

Todas nós ríamos, até o moço começou a rir também. Disse que quando quiséssemos comer algo era só pedir.

- Nem, moço, tenho medo de pegar infecção- Disse a Ju, rindo às gargalhadas.

Estava, realmente, ficando engraçado demais. Tanto, que do alto da minha embriaguez peguei o celular e pedi ao meu pai que fosse pegar a gente. Se continuássemos a dizer porcarias, daqui a algum tempo alguém iria ter vontade de bater na gente.

Meu pai não demorou. Chegou rapidinho, quando nos viu só deu uma olhadinha para a minha cara... E eu fiquei fingindo que estava sóbria, acho que por eu estar muda é que ele percebeu. Mas, nem puxou assunto. Fomos todas para a minha casa...

Tomamos banho, comemos pizza, ficamos conversando sobre “gatinhus” até o sono vencer a gente.

Assim, foi o nosso sábado. No domingo, elas foram para as suas casas e eu tirei a tarde para dormir.

Hoje estou matando aula...

Vou ficar de bobeira aqui na net...

Adoro implicar com a galera das comunidades do orkut. Deixei um recadinho meio mal-criado para um carinha que odeia “emos” vou dar uma olhada e ver o que ele me responder...

Ah, finalizando...

Beber D+ dá dô di Kbeça =P

4 Comments:

At 5:43 AM, Blogger Taty Anna said...

Esqueceu de contar que a Mary desbebeu=P

 
At 5:44 AM, Blogger Isadora Antunes said...

hahahaha

Vc esqueceu* que ela pediu para não contar?

 
At 6:20 PM, Anonymous Mary said...

Pois é... Eu pedi! *-.-*

 
At 7:56 AM, Blogger Taty Anna said...

Tinha esquecido:(

 

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